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OS POEMAS SÃO PÁSSAROS



OS POEMAS SÃO PÁSSAROS

QUE CHEGAM, NÃO SE SABE DE ONDE,

E POUSAM NO LIVRO QUE LÊS.


QUANDO FECHAS O LIVRO,

ELES ALÇAM VÔO COMO DE UM ALÇAPÃO.


ELES NÃO TÊM POUSO NEM

PORTO.

ALIMENTAM-SE UM INSTANTE

EM CADA PAR DE MÃOS E PARTEM.


E OLHAS, ENTÃO, ESTAS TUAS MÃOS VAZIAS

NA MARAVILHA DO ESPANTO DE SABERES

QUE O ALIMENTO DELES JÁ ESTAVA

EM TI...

(Mário Quintana)



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CELEIRO LITERÁRIO

terça-feira, 29 de março de 2011

AMOR, INFINITO AMOR (Marta Tereza)



Deixa acariciar o teu corpo com o meu corpo,
Tal qual as ondas do mar acariciam, mansa e suavemente,
A areia branca da praia.

Deixa pousar na tua pele a minha pele,
Num pouso leve e silencioso, como fazem as borboletas
Ao tocarem as pétalas das flores, nas lindas manhãs de sol.
 
Deixa tocar meus lábios nos teus lábios
Num brinde ao amor e disto resulte néctar para a alma.

Deixa dormir no teu abraço aquecido
Durante as noites frias que atravessam as madrugadas.

Deixa repousar o meu corpo sobre a maciez do teu corpo
Com a leveza do vento em brisa suave,
Ao soprar as folhas caídas nos verdes campos,
Numa linda noite de verão.
 
Deixa te amar com amor profundo
Tendo, apenas, a lua e as estrelas
Como testemunhas da cumplicidade deste momento.
 
Deixa navegar na magia deste momento
Não permitindo que se desfaça com o tempo
Mas, se eternize na memória

Deixa que dessa harmonia se faça ouvir uma canção...
...Uma canção que fale de amor
De eterno e infinito amor.

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